Câmera flagrou o momento em que atiradores descarregaram pistola 9mm e revólver .38; um dos criminosos ainda tentou atirar na cabeça da vítima enquanto ela agonizava no chão.
Um crime de extrema violência e crueza chocou os moradores do Conjunto Olídia Rocha na manhã do domingo (7). Thalis E. A. de Souza, de 26 anos, foi brutalmente executado em plena luz do dia, por volta das 11h, na Rua Ipê Branco. A frieza dos assassinos foi registrada por câmeras de segurança.
Ataque Covarde e sem Defesa
A vítima estava sentada em uma cadeira em frente a uma residência quando foi surpreendida por dois homens que se aproximaram a pé. Sem qualquer chance de reação ou defesa, Thalis foi alvo de uma fúria homicida. Os criminosos sacaram as armas e iniciaram uma sequência devastadora de disparos. Testemunhas relataram momentos de terror ao ouvirem mais de 15 tiros ecoando pelo bairro.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por populares, mas, ao chegar com a Unidade de Resgate, os socorristas apenas puderam constatar o óbito. A Polícia Militar isolou a cena, onde encontrou diversas cápsulas de calibre 9mm espalhadas pelo chão.
Cena Estarrecedora: Frieza Máxima
A investigação já conta com imagens de uma câmera de vigilância que mostram a brutalidade do ato. Os criminosos descarregaram uma pistola 9mm e um revólver calibre .38 contra o jovem.
O requinte de crueldade ficou explícito no final da gravação: com a vítima já caída e agonizando no chão, um dos autores se aproximou friamente e tentou efetuar um último disparo à queima-roupa diretamente na cabeça do jovem, em um claro ato de "procedimento de execução" para garantir a morte.
Histórico e Investigações
Segundo os registros do sistema da polícia, Thalis possuía passagens por diversas ocorrências ao longo dos anos e já havia sobrevivido a uma tentativa de homicídio em novembro de 2020, em Maracaju.
A Perícia Criminal de Dourados e a Polícia Civil estiveram no local colhendo evidências técnicas. O caso segue sob investigação rigorosa do 1º Distrito Policial de Maracaju para apurar a autoria e a motivação do crime. Denúncias totalmente sigilosas e anônimas podem ser feitas pelos telefones (67) 99663-3977 ou pelo Disque-Denúncia 181.
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