Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, defendeu que a senadora Tereza Cristina (PP), é o nome ideal para ser candidata a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). Ele afirmou que a sul-mato-grossense “é o máximo” e “fez sucesso em tudo que passou na vida”.

Valdemar sugere Tereza Cristina como candidata a vice-presidente de Flávio Bolsonaro
/ Foto: Valdemar diz que Tereza Cristina, madrinha política de Adriane Lopes, é o nome ideal para ser vice de Flávio Bolsonaro (Foto: Arquivo)

Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, defendeu que a senadora Tereza Cristina (PP), é o nome ideal para ser candidata a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). Ele afirmou que a sul-mato-grossense “é o máximo” e “fez sucesso em tudo que passou na vida”.

Além de Tereza, o liberal afirmou que outro nome ideal é o do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), a quem também classificou como “máximo” e “maravilhoso”. A escolha nesse caso seria para garantir votos para o filho de Jair Bolsonaro no estado, segundo maior colégio eleitoral e estratégico para quem deseja ser eleito presidente da República.

Principal articulador político da candidatura de Flávio, Valdemar é a segunda liderança nacional a defender o nome de Tereza para vice. “O meu nome ideal seria Tereza Cristina. Ela é um máximo, tem um grande carisma. Ela fez sucesso em tudo que passou na vida. Você olha para a Tereza e vê que ela é do bem”, disse Valdemar em entrevista à Folha de São Paulo.

 
A senadora Damares Alves (Republicanos), do Distrito Federal, também já tinha sugerido a madrinha da prefeita Adriane Lopes (PP) para vice de Flávio.

Tereza começou a carreira como secretária estadual de Produção na gestão de André Puccinelli (MDB). Ela foi eleita deputada federal pelo PSB, um partido de esquerda e apoiou a reeleição de Dilma Rousseff (PT) em 2014.

Ela foi ministra da Agricultura na gestão de Bolsonaro e eleita senadora em 2022. A senadora foi a principal fiadora da reeleição de Adriane Lopes (PP), a prefeita mais impopular da história de Campo Grande e responsável pelo caos na cidade, com buracos em toda parte e aumento de até 396% no IPTU.