Duas agentes penitenciárias, uma de Dourados e a outra de Campo Grande, estão numa suposta lista de execução do PCC (Primeiro Comando da Capital). A informação já chegou até a polícia que investiga o caso.
A ameaça teria partido de um detento identificado como "Lendário", atualmente recluso na Penitenciária Máxima de Presidente Venceslau (SP). Ele é um dos líderes da facção que é sediada no estado do Rio de Janeiro e já esteve preso em Campo Grande (MS).
O presidente do Sinsap/MS (Sindicato dos Servidores da Administração de MS), André Luiz Garcia Santiago, teve acesso a lista interceptada em mensagem de whatsApp.
"Trata-se de duas mulheres agentes penitenciárias. A de Campo Grande está afastada de suas funções e saiu da cidade com a família. Já a de Dourados a Secretaria de Justiça estava tenta identificá-la, pois há duas servidoras com o mesmo nome atuando em unidades prisionais diferentes", disse Santiago ao Dourados Agora.
A lista de execução do PCC conta com mais nomes, no entanto, ainda não há informação se seriam outros servidores de Mato Grosso do Sul ou de outros estados.
A interceptação da mensagem foi descoberta após atentado semana passada contra um agente em Naviraí quando seguia para o presídio daquele município. O servidor foi ferido a tiros e está internado em hospital de Dourados. A família dele anda nas ruas sob escolta.
Na sexta-feira integrantes do Sinsap se reúnem com o secretário de segurança José Carlos Barbosa para pedir medidas enérgicas para reforçar segurança aos agentes.
Entre elas, segundo André Santiago, seria a legalização do porte de arma aos agentes penitenciários, já previsto em lei, mas que precisa resolver impasses burocráticos.
"Vamos cobrar a agilidade dessa medida e consequentemente o oferecimento de curso de manuseamento de arma dos agentes bem como a aquisição, pelo estado, de armas letais e não letais aos servidores", disse o presidente da categoria.













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