Homem alegou ter assumido a culpa devido ao nervosismo da esposa, que dirigia o veículo
O homem envolvido no acidente que matou a fisioterapeuta Maria Caroline Azevedo de Freitas, de 29 anos, teria mentido que estava dirigindo o carro na última sexta-feira (19), em Ponta Porã, na fronteira com Pedro Juan Caballero.
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A família da jovem autorizou a doação de órgãos. Com isso, o coração, pulmão, fígado, rins e as córneas de Maria Caroline foram levados para São Paulo.
No local do acidente, o homem alegou que conduzia um Toyota Prius NGA, de cor branca, quando bateu contra a motocicleta estrangeira, conduzida pela fisioterapeuta, pela Rua Guia Lopes, sentido Leste-Oeste.
Devido ao impacto da colisão, Maria Caroline foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao hospital desacordada. Ela sofreu traumatismo craniano e múltiplas fraturas no corpo.
Na manhã de quarta-feira (24), dias depois do acidente, o homem que alegava ser o motorista do carro foi até o Batalhão da PM (Polícia Militar) e disse ter mentido sobre quem estava na condução do veículo.
À polícia, o motorista admitiu que não estava conduzindo o carro, mas que assumiu o fato devido ao grande nervosismo de sua esposa. Já a mulher afirmou aos policiais que havia muita neblina no momento do acidente e não viu a fisioterapeuta por causa do ponto cego do carro. O casal pediu desculpas aos policiais.
Diante dos fatos, o caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor.
‘Sou incompleta’, desabafou mãe de fisioterapeuta
Um texto emocionante foi publicado pela mãe da fisioterapeuta na rede social. Ela relatou que a saudade estava enorme nos últimos dias, o que deixava seu coração apertado.













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