A suspeita é de que ele autorizava o descarte na área mediante cobrança, como se fosse dono da propriedade.
Um homem, de 57 anos, e uma mulher, de 60 anos, foram presos acusados pelo descarte irregular de uma caixa d'água antiga de amianto, em um terreno público, na esquina da rua Lido com a Avenida Duque de Caxias, no bairro Vila Eliane, em Campo Grande. A suspeita é de que ele autorizava o descarte na área mediante cobrança, como se fosse dono da propriedade.
Policiais civis da Decat (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Atendimento ao Turista), teriam visto o momento em que um Fiat Uno encosta e a mulher negocia com o suspeito o descarte dos restos da caixa d’água. Diante disso, os dois foram presos.
Eles devem responder pelo crime de causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortalidade de animais ou a destruição significativa da flora.
Levados à delegacia, a mulher pagou fiança de R$ 4.863 e foi solta. Já para o homem foi determinada a proibição de adentrar ao terreno e o valor de R$ 9.726 em fiança, mas como alegou falta de recursos será apresentado ao Juiz de Custódia para decidir sobre sua permanência detido.
Para o homem a fiança ficou mais cara devido a exploração do local com produtos altamente poluentes e a reincidência específica. Isso porque os agentes chegaram até ele após outro caso semelhante.
Na sexta-feira (16), a Guarda Municipal já tinha flagrado três homens fazendo descarte irregular no mesmo terreno público. Levados à Decat onde foram autuados em flagrante, eles teriam alegado que só deixaram os resíduos no local porque um homem havia autorizado, se apresentando como proprietário do terreno e cobrando pelo serviço a quantia de R$ 150











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