Motorista admitiu ter ingerido bebida alcoólica antes de acidente e foi preso
O caminhoneiro de 72 anos, envolvido no atropelamento com a morte do GCM (Guarda Civil Metropolitano) Eugênio Zanatto, de 47 anos, fugiu para casa após o acidente. A instituição emitiu uma nota de pesar e lamentou a morte do servidor.
Zanatto morreu no início da noite de quarta-feira (20) no bairro Pioneiros, em Campo Grande, e o caminhoneiro foi preso em flagrante. No entanto, antes de ser preso, o idoso teria ido para a casa.
De acordo com o boletim de ocorrência, um familiar do caminhoneiro disse à polícia que o idoso não estava se sentindo bem e foi para a residência, pois mora próximo do local do acidente. O caminhão dele estava a cerca de 50 metros do local.
Diante dos fatos, a polícia foi até a casa do caminhoneiro, momento em que convidou o mesmo a fazer o teste do bafômetro. Entretanto, ele recusou, pois admitiu ter ingerido bebidas alcoólicas antes do atropelamento.
O caminhoneiro apresentava odor etílico, dificuldades no equilíbrio e estava exaltado. Ele foi preso em flagrante pelo crime de “homicídio culposo na direção de veículo automotor, se o agente conduz o veículo automotor sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência”.
Atropelamento
O atropelamento foi registrado por câmeras de segurança no início da noite. Zanatto conduzia uma motocicleta Honda Titan pela Rua Padre Damião, sentido Norte/Sul, quando foi interceptado pelo caminhão no cruzamento com a Rua Barão de Campinas.
Na ocasião, o caminhoneiro conduzia um Ford F-4000 pela Rua Padre Damião, sentido Sul/Norte, e fez uma manobra de conversão à esquerda. Ele invadiu a pista contrária e atingiu o GCM.
Equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada para o local, mas Zanatto não resistiu aos ferimentos. Equipes do BPMTrân (Batalhão da Polícia Militar de Trânsito), GCM e Polícia Civil também estiveram no local.













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