Militar passa por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (22)
O militar do Exército, de 22 anos, admitiu ter tentado avançar o sinal vermelho e confessou ter ingerido bebida alcoólica antes do acidente que terminou com a morte da vigilante Miriam Rosa Matos na região central de Campo Grande.
Miriam tinha 44 anos e estava retornando do trabalho em sua motocicleta quando foi atingida pela caminhonete S10, conduzida pelo militar, no cruzamento das ruas Maracaju com a Padre João Crippa às 6h24 da manhã de sábado (20). Ela faleceu no Dia do Vigilante.
O militar do Exército foi preso em flagrante e encaminhado para a a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Cepol (Centro de Policiamento Especializado). Ele passa por audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (22) no Fórum Heitor Medeiros.
Durante interrogatório na delegacia, o jovem confessou ter ingerido bebida alcoólica antes do acidente. Ele contou ter ingerido vodka com energético por volta de 0h45, juntamente com um amigo.
Naquela madrugada, os jovens foram a dois bares na região central e, depois, se deslocaram para um fast food no bairro Guanandi. Após comerem no fast food, os dois decidiram ir para o bairro Nova Lima encontrar duas garotas.
No trajeto, o militar alegou que havia um carro invadindo parte da faixa do meio — onde ele conduzia a caminhonete. Naquele momento, a caminhonete teria raspado no retrovisor do veículo e os jovens passaram a ser perseguidos, conforme o interrogatório do militar.













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