Buguinho tinha desavenças com a vítima e pediu aval de detento da Máxima

Morto em confronto com o Choque ordenou ataque que matou agente penitenciário em 2015

Marcelo da Silva Gonçalves, de 45 anos – conhecido como Buguinho, morto em um confronto com policiais do Batalhão de Choque na madrugada deste sábado (20), teria ordenado ataque que resultou na morte do agente penitenciário Carlos Augusto Queiroz, em fevereiro de 2015, no Presídio Aberto e Casa de Albergado, na Vila Sobrinho, em Campo Grande.

O agente penitenciário estava na portaria da unidade penal fazendo controle de saída de presos, que dormem no local e passam o dia fora, quando um homem encapuzado e com capacete entrou e, sem falar nada, atirou nele. O servidor estava há 10 anos na Agepen e desde 2011 atuava na unidade onde foi morto. A ação durou de 12 a 15 segundos.

Na época, as investigações revelaram que Marcelo tinha desavenças com o agente penitenciário e pediu ‘aval’ para um detento do presídio de Segurança Máxima para realizar o ataque que resultou na morte de Carlos Augusto.


 

Além de participar da morte do agente penitenciário, Marcelo tinha uma extensa ficha criminal, com 25 passagens pela polícia, que incluem crimes de homicídio, associação criminosa, tráfico de drogas, fruto, tentativa de furto, receptação, evasão de local de custódia, danos e ameaça, falsidade ideológica e porte de drogas.