Infiltração, Captura e o Futuro da Venezuela sob Trump: Descubra os detalhes da Operação Resolução Absoluta.

Queda de Maduro: Agentes da CIA Revelam Segredos Cruciais!
De ditador a presidiário: Nicolás Maduro é escoltado por policiais Nova York (EUA), 3/1/2026. / Foto: Reprodução/X/RapidResponse47

Em uma reviravolta digna de um filme de espionagem, a queda de Nicolás Maduro, o agora ex-ditador da Venezuela, começou com uma infiltração silenciosa e estratégica da CIA. Em agosto, enquanto o mundo observava, uma equipe de agentes americanos mergulhava no coração de Caracas, coletando informações cruciais sobre a rotina de Maduro. Imagine a audácia: operando sem o amparo de uma embaixada, eles permaneceram nas sombras por meses, mapeando cada movimento do líder venezuelano.

O que esses agentes descobriram foi além do trivial. Segundo fontes do governo dos EUA, cada detalhe — desde os deslocamentos diários até os hábitos mais íntimos de Maduro, incluindo seus animais de estimação — foi meticulosamente registrado. Essa inteligência, como peças de um quebra-cabeça, formou a base da Operação Resolução Absoluta, culminando na captura de Maduro na madrugada de sábado, 3.

A Operação Resolução Absoluta
Liderada por comandos da Força Delta do Exército americano, a operação é considerada uma das mais ousadas desde a eliminação de Osama bin Laden em 2011. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, aliviou as tensões ao confirmar que não houve baixas entre os militares americanos. Mas o que realmente aconteceu naquela noite?

A missão, desprovida de qualquer cobertura diplomática, mobilizou um impressionante arsenal: mais de 150 aeronaves, drones, caças e helicópteros de Operações Especiais. Antes da invasão, os Estados Unidos orquestraram ataques cibernéticos e aéreos, visando neutralizar as defesas venezuelanas. Maduro foi pego de surpresa em um complexo militar fortificado e, após a captura, foi inicialmente detido em um navio de guerra americano no Caribe. O destino final? A base de Guantánamo, seguida por uma cela em Nova York, onde enfrentará acusações federais de tráfico de drogas.

Donald Trump, o atual presidente dos Estados Unidos, justificou a operação como um combate ao narcotráfico, mas suas declarações subsequentes incendiaram o debate. Ao anunciar que os EUA assumirão o controle da Venezuela e revitalizarão sua infraestrutura petrolífera, Trump levantou questões sobre a legitimidade da intervenção.

Afinal, qual é o limite entre combater o crime e exercer o controle sobre uma nação soberana? A história da Venezuela, rica em petróleo e turbulência política, ganha um novo capítulo sob a administração Trump. Resta saber se a Resolução Absoluta trará uma nova era de prosperidade ou apenas mais um ciclo de intervenção e controvérsia.