Um homem de 45 anos procurou a delegacia para registrar ocorrência envolvendo suspeita de agiotagem, ameaças e retenção irregular de imóvel no município de Bataguassu, região leste de MS. O caso foi formalizado na última sexta-feira (6).
Um homem de 45 anos procurou a delegacia para registrar ocorrência envolvendo suspeita de agiotagem, ameaças e retenção irregular de imóvel no município de Bataguassu, região leste de MS. O caso foi formalizado na última sexta-feira (6).
De acordo com o boletim policial, o comunicante relatou que mantinha uma relação de amizade com o suspeito, que teria concedido um empréstimo de R$ 50 mil, utilizado para pagamento de funcionários da empresa da qual é proprietário. Como condição para liberar o dinheiro, o credor exigiu que a residência do empresário fosse transferida em cartório como forma de garantia.
O imóvel foi avaliado em R$ 150 mil no contrato, com a promessa de que seria devolvido assim que a dívida fosse quitada. Ainda segundo o registro, o valor do empréstimo teria sido repassado por um terceiro, a pedido do suspeito.
Com o passar do tempo, o empresário afirma ter realizado diversos pagamentos que, somados, chegaram a R$ 126 mil, valor superior ao montante inicialmente emprestado. Mesmo assim, ao solicitar a devolução da casa para regularizar a conta de energia elétrica, o suspeito teria se recusado a devolver o imóvel.
Ainda conforme o relato, o credor apresentou um novo contrato, simulando a locação da própria residência ao antigo dono. O documento acabou sendo assinado pelo comunicante e por sua esposa. Posteriormente, o suspeito teria passado a exigir R$ 220 mil para devolver o imóvel, conforme divulgado pelo Da Hora Bataguassu.
O homem também informou que um cheque no valor de R$ 8.330, já quitado, não foi devolvido e teria sido preenchido posteriormente em nome de um terceiro, com a intenção de promover cobrança judicial.
Ainda segundo o boletim de ocorrência, na quinta-feira (6), o comunicante passou a receber mensagens e ligações com tom ameaçador, exigindo a entrega imediata das chaves do imóvel.
As mensagens indicariam que, caso as chaves não fossem entregues “de um jeito ou de outro', o problema seria resolvido à força. O empresário afirmou à polícia que só entregará a residência mediante o pagamento do valor correspondente à avaliação do bem.











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