Gerson Claro anunciou obra faraônica no ano passado, classificando-a como "sonho"
A empresa mineira Alcance Engenharia e Construção LTDA entrou na Justiça contra licitação de R$ 102 milhões lançada pela Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul).
Em março de 2025, o presidente do Legislativo, deputado Gerson Claro (PP), anunciou a obra faraônica do novo plenário e a classificou como “um sonho”.
Em outubro do mesmo ano, a Assembleia já havia encerrado a licitação e assinou contrato com duas empresas que formaram o Consórcio Novo Plenário: Paulitec Construções LTDA (CNPJ 49.437.809/0001-74) – como líder do consórcio — e Tecnoedil S.A. Constructora (CNPJ 60.850.845/0001-06) — paraguaia.
A ação acusa o edital de criar regras de direcionamento do certame, dificultando a participação de outras empresas. Entre as exigências apontadas como ilegais, está a necessidade de comprovação de que a empresa tenha construído um prédio público com as mesmas especificações exigidas para a obra da Alems no mesmo projeto.
Então, a Alcance diz que a administração pública deve buscar ampliar a participação de empresas para conseguir a proposta mais vantajosa “e não criar barreiras desnecessárias que afunilam o número de participantes“.
Outro ponto que a Alems teria criado para barrar participantes, segundo a empreiteira, é exigir uma licitação presencial, já que a nova lei de licitações determina que os processos devem ser feitos, em via de regra, de forma eletrônica.













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