Thiago Giovanni Demarco pegou 12 anos de prisão, mas recorre em liberdade.
Thiago Giovanni Demarco Sena, 26 anos, foi condenado a pagar indenização de R$ 100 mil em razão da morte Wesner Moreira da Silva, 17 anos, em em Campo Grande.
Ele era o dono do lava-jato onde Wesner trabalhava e morreu pela manipulação indevida do compressor de ar.
Thiago já foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado, porém está recorrendo em liberdade.
Em decisão publicada ontem (8), pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho), foi determinada a condenação do pagamento de R$ 100 mil em razão da morte do empregado.
A causa da morte seria uma hemorragia interna no esôfago, que teria rompido com a entrada do ar comprimido.
O dono do lava-jato e o outro empregado que participou da “brincadeira” responderem a processo criminal pela prática de homicídio e foram submetidos ao júri popular.
A decisão da Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, aponta que Thiago representou lesão aos interesses e aos direitos de toda a coletividade.
Abusos
No mesmo mês, o Ministério Público do Trabalho ajuizou ação civil pública contra a empresa e seu sócio. A partir dos depoimentos e dos documentos reunidos em inquérito, o MPT concluiu que havia trabalho infantil ou de adolescente no local, agravado pela exposição a abusos físicos, psicológicos ou sexuais e por várias ilegalidades referentes ao meio ambiente e à segurança do trabalho. Para o órgão, a situação gerou “repercussão negativa, insuportável e desproporcional, sobre os valores da coletividade”, e, por isso, pediu a condenação por danos morais coletivos.












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