Após investigação, Delegada Dra. Gláucia Fernanda Valério afirma que não houve crime; idoso, na verdade, tentava proteger bebê que estava saindo para a rua.
O caso que assustou os moradores da Vila Prateada na última semana e repercutiu intensamente nas redes sociais teve um desfecho inesperado. Após minuciosa investigação, a Polícia Civil de Maracaju concluiu que não houve tentativa de sequestro na ocorrência registrada na Rua Rosalvo Fraga Santos.
Em entrevista, a Delegada Dra. Gláucia Fernanda Valério esclareceu que o alarde foi fruto de um mal-entendido na interpretação dos fatos no dia do ocorrido.
A Verdadeira Versão dos Fatos
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito, um senhor que reside nas proximidades, foi ouvido e sua versão foi confirmada por testemunhas e pela própria vizinha que presenciou a cena.
O idoso de 66 anos relatou que frequentemente via a criança de dois anos sozinha, circulando pela calçada ou no quintal com o portão aberto. No dia do incidente, ao notar que o bebê estava prestes a sair para a rua sem supervisão, ele interveio para protegê-lo.
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Ação do Idoso: Ele pegou na mão da criança e a levou de volta para dentro do quintal da residência.
Busca pela Mãe: O senhor bateu palmas e chamou pelos responsáveis, mas não foi atendido.
O Equívoco: Quando ele estava saindo do imóvel, foi avistado pela vizinha e pela mãe (que estava trocando outra filha no quarto). Devido ao medo e à falta de contexto, a situação foi interpretada como uma tentativa de rapto.
Conclusão da Polícia
A investigação ouviu a testemunha (o menino de 10 anos) e a vizinha, confirmando que a descrição inicial dos fatos não correspondia à realidade de um crime.
"A apuração já concluiu que não houve prática de crime. O senhor estava procurando a mãe justamente para avisar que a criança estava indo para a rua. Tudo ficou esclarecido e não houve, em momento algum, tentativa de sequestro", afirmou a Dra. Gláucia.
Alerta sobre Alardes
A Polícia Civil destaca a importância de checar os fatos antes de disseminar pânico na comunidade. O "rastro de medo" gerado anteriormente foi desfeito com a conclusão do inquérito, garantindo que o idoso não possui intenções criminosas e agiu movido pela preocupação com a segurança do bebê.













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