A costela de churrasco é um dos cortes mais emblemáticos no Rio Grande do Sul, simbolizando a tradição cultural da região.
De acordo com o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), em 2025, houve uma redução de 1,39% no preço deste corte, refletindo maior acessibilidade econômica.
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Alguns estabelecimentos do Rio Grande do Sul estão vendendo o quilo do corte por R$ 20. Como em outros estados a procura por costela é baixa e não há tanto consumo, o excedente acaba indo para o território gaúcho para suprir a alta demanda local.
Importância na cultura gaúcha
O churrasco, uma tradição que começou no século XVII com a expansão do gado, continua a ser uma prática querida entre os gaúchos. A costela é um dos cortes preferidos devido ao seu profundo valor cultural.
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Sua popularidade perdura, mesmo com o aumento no preço de outros cortes, devido à sua representação simbólica e à acessibilidade que ainda proporciona aos consumidores.
Influência econômica
A demanda pela costela não apenas destaca sua importância na mesa gaúcha, mas também revela uma rica herança cultural. Os assados em fogo de chão e no “costelão de 12 horas” são mais do que metódicos, mantendo vivas as tradições familiares e festivais regionais.
Mesmo que o consumo de costela pelos gaúchos não tenha sido comparado a outras regiões, seu impacto local é incontestável.
Origens históricas do churrasco
Os indígenas Guaranis do sul do Brasil utilizavam técnicas de assar carne na brasa, contribuindo para a prática atual do churrasco. Com a chegada dos jesuítas e a criação das Missões, o churrasco evoluiu, combinando influências culturais diversas que moldaram a culinária gaúcha atual.
O ano de 2026 traz expectativas de estabilidade nos preços da costela, mantendo sua relevância nos churrascos gaúchos. Mesmo com o surgimento de cortes nobres no mercado, a costela continua sendo a preferida por muitos devido ao seu sabor característico e forte ligação cultural.












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