Caminhoneiro de 35 anos foi dopado, amarrado e mantido em cativeiro no Lageado; é o segundo caso semelhante registrado na Capital em poucos dias.
Um caminhoneiro de 35 anos foi dopado com a substância conhecida como “boa-noite, Cinderela”, amarrado e mantido em cativeiro em uma casa abandonada no Parque do Lageado, em Campo Grande. Quatro homens foram presos em flagrante na sexta-feira (28).
O caso, segundo reportagem do G1MS, chama atenção por ser o segundo episódio semelhante registrado na Capital em poucos dias. No início da semana, um homem de 39 anos também foi dopado e espancado antes de ter o carro roubado.
No caso mais recente, o GOI (Grupo de Operações e Investigações) recebeu informações por volta das 14h de que uma pessoa estaria sendo mantida em cárcere privado.
Ao chegar ao endereço indicado, os policiais encontraram o caminhão da vítima estacionado em frente a uma residência com sinais de abandono.
Os investigadores entraram no imóvel e encontraram o caminhoneiro amarrado. Quatro homens que estavam na casa foram rendidos e presos.
Durante as buscas, uma corrente de ouro pertencente à vítima foi encontrada no bolso de um dos suspeitos. Outras joias também foram recuperadas e um simulacro de arma de fogo foi apreendido.
Segundo a PC (Polícia Civil), um dos presos confessou que a vítima havia sido dopada para ficar sem condições de reagir, facilitando o sequestro e o roubo.
O caminhoneiro foi libertado e recebeu atendimento após o resgate. O caminhão também foi recuperado.
Segundo caso em poucos dias
O episódio ocorreu na mesma semana em que outro homem foi vítima de um crime com características semelhantes em Campo Grande.
A vítima, de 39 anos, teria sido dopada enquanto bebia em uma conveniência na região do Guanandi. Depois de perder a consciência, foi levada para um terreno baldio, onde acabou espancada.
Os criminosos fugiram com o veículo da vítima. Três suspeitos acabaram presos durante as investigações.
No caso do caminhoneiro, os quatro presos, o caminhão, as joias recuperadas e o simulacro foram encaminhados à delegacia. A PC investiga a participação de cada suspeito no sequestro, cárcere e roubo.













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