Os Estados Unidos sob o governo do presidente Donald J. Trump anunciaram que em breve iniciarão operações terrestres para deter supostos traficantes de drogas vindos da Venezuela.
A iniciativa emerge após semanas de ofensivas aéreas e navais contra embarcações acusadas de narcotráfico, no âmbito da operação Operation Southern Spear. Desde setembro de 2025, a campanha já resultou em mais de 80 mortos, segundo dados oficiais dos EUA.
A intensificação que inclui o deslocamento do porta-aviões USS Gerald R. Ford e de outras unidades navais para o Caribe gerou temores internacionais de que o objetivo vá além do combate às drogas e seja, na verdade, a derrubada do governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Caracas já mobilizou forças armadas, milícias e reservistas para uma suposta “defesa nacional”.
Apesar da retórica beligerante, muitos analistas consideram que uma invasão convencional encontra fortes obstáculos desde a fragilidade logística e de treinamento das Forças Armadas venezuelanas até os riscos políticos e humanitários de um conflito em larga escala.
Até o momento, o governo de Maduro condenou a escalada, acusando os EUA de imperialismo e de usar o combate às drogas como pretexto para intervenção política. Caracas rejeita as acusações contra o suposto cartel e descreve as ameaças como uma “guerra contra a soberania venezuelana”











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