Sandro Aurélio Fonseca Machado, foi preso em Brasília (DF), quando tentava sacar em uma agência bancária R$ 1,4 milhão de um fundo de investimento que ele mantinha.
A presidente da Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz, negou pedido de habeas corpus de Sandro Aurélio Fonseca Machado, um dos investigados na operação Ouro de Ofir, da Polícia Federal, que desarticulou uma organização criminosa sediada em Mato Grosso do Sul, que era voltada a prática de operações financeiras fraudulentas, estelionato e negociação de títulos falsificados.
Machado foi preso em Brasília (DF), quando tentava sacar em uma agência bancária R$ 1,4 milhão de um fundo de investimento que ele mantinha. O delegado da Polícia Federal, Guilherme Farias, diz que a suspeita é que o homem estava tentando fugir e que ele já tinha emitido cheques sem fundo que somavam mais de R$ 2 bilhões.
Os cheques eram para tentar enganar as vítimas do golpe, que insistiram em receber o retorno prometido com os supostos investimentos. Um dos cheques apresentados pela PF tem o valor de 227 milhões. O suspeito chegou a emitir cheques sem fundo que somaram mais de R$ 2 bilhões.
Machado é apontado como integrante de um suposto grupo criminoso que desenvolveu um esquema para conseguir dinheiro das vítimas. No país, 25 mil pessoas teriam caído no golpe.
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) já havia afirmado que o investigado teria ajudado a convencer as vítimas, inclusive, usando de crença religiosa e induzindo as pessoas a fazerem depósitos para recebem os valores provenientes de minas de ouro.
O mérito do habeas corpus de Machado ainda será julgado pela quinta turma do STJ.













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