O nome da secretária teria sido um 'consenso' entre integrantes do partido, que deixou a base do governo na Alems

Secretária nega ligação com PT e diz que fica na Cidadania ‘até segunda ordem de Riedel’
O nome da secretária teria sido um 'consenso' entre integrantes do partido, que deixou a base do governo na Alems / Foto: Viviane é antropóloga e atua há mais de 20 anos com comunidades indígenas. Foto: Renata Volpe, Midiamax

A secretária Viviane Luiza da Silva, titular da pasta de Cidadania, negou que tenha sido indicada pela bancada do PT para compor a equipe do Governo do Estado. O partido deixou a base do governador Eduardo Riedel (PP) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, e formalizou a entrega dos cargos nesta semana ao chefe do Executivo.

Durante solenidade na Alems, Viviane afirmou que não foi indicada por lideranças do Partido dos Trabalhadores e que não teria filiação com a legenda. O PT determinou que os indicados aos cargos do governo deixem seus postos, caso contrário sofrerão sanções internas como suspensão das atividades partidárias.

“A indicação foi do governador. Quem me convidou para assumir esse cargo foi o governador Eduardo Riedel”, disse a titular. Membros da legenda, contudo, afirmaram que o nome da secretária no cargo seria fruto de um ‘consenso’ entre correligionários da sigla.


 Dessa forma, Viviane segue no cargo, segundo ela, “até segunda ondem do governador”.

Viviane é historiadora e antropóloga e tem experiência de mais de 20 anos com comunidades indígenas.

Ela conta que quando recebeu o convite para ocupar o governo, estava atuando como professora numa faculdade dos Estados Unidos teria retornado ao Brasil para assumir o posto junto a gestão de Riedel.

O salário dela à frente da pasta é de 34.398,40. A Secretaria de Cidadania tem como objetivo promover a promoção da universalização dos direitos; a promoção e a coordenação de políticas afirmativas para o efetivo exercício da cidadania e desenvolver programas e ações educativas contra todas as formas de preconceitos, intolerâncias, discriminações e de violências, com foco na educação para a igualdade e para a cidadania; além de responder pelo planejamento e a coordenação das políticas públicas para a promoção da igualdade racial, os povos originários, a juventude, a comunidade LGBTQIA+, as mulheres, as pessoas com deficiência, as pessoas idosas e para os assuntos comunitários.