A Raízen Energia informou que obteve aprovação de seus acionistas para a cisão parcial da subsidiária Raízen Centro-Sul Paulista, mostra ata da Assembleia Geral Extraordinária realizada em 28 de fevereiro.
A operação faz parte de um processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica, com o objetivo de otimizar a estrutura societária.
Segundo a ata, a incorporação não acarretará alteração do capital social da Raízen Energia, uma vez que a companhia já é a única acionista da Raízen Centro-Sul Paulista.
Ainda de acordo com o documento, a companhia também recebeu aprovação para incorporar a parcela cindida no valor contábil de R$ 1 milhão.
Dificuldades na Raízen (RAIZ4)
Uma proposta para desmembrar a produtora de açúcar, etanol e distribuidora de combustíveis Raízen (RAIZ4) enfrenta forte resistência dos credores nas discussões sobre como revitalizar e recapitalizar a empresa em dificuldades, disseram à Reuters pessoas familiarizadas com as discussões.
A maior produtora mundial de açúcar — uma joint venture da Shell e do grupo industrial Cosan — registrou um prejuízo líquido trimestral de R$ 15,6 bilhões e alertou para uma “relevante incerteza” sobre sua capacidade de continuar operando.
Fontes afirmam que o BTG Pactual, que administra um fundo que entrou no grupo de acionistas controladores da Cosan no ano passado, propôs dividir a empresa em duas, separando o negócio de distribuição de combustíveis dos outros ativos. A unidade de postos de combustíveis poderia então obter capital novo do banco, disseram as fontes.
A ideia não foi bem recebida pelos credores, que querem manter a empresa intacta para garantir uma rápida recuperação e estão pressionando os acionistas a injetar o máximo possível de capital novo na Raízen, segundo as fontes.












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