Sem Fundo Nacional de Combate ao Crime Organizado.
A FenaPRF (Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais) publicou em nota nesta sexta-feira (27) a possibilidade de paralisação de serviços se o Funcoc (Fundo Nacional de Combate ao Crime Organizado) não for aprovado.
Caso não haja avanços no debate da implementação do fundo, a categoria irá realizar na próxima semana uma interrupção de serviços que não estão legalmente previstos como atribuições da PRF, como as forças-tarefa voltadas ao combate de irregularidades no setor de combustíveis.
A medida pode ocorrer justamente em um momento em que cresce, dentro do governo federal, a preocupação com uma possível greve nacional de caminhoneiros, mesmo após o atendimento da principal reivindicação da categoria: a garantia do cumprimento do piso mínimo do frete.
O posicionamento foi feito após os atos de protesto pela aprovação. Em Mato Grosso do Sul o ato foi organizado pelo SinPRF-MS (Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais de Mato Grosso do Sul), na Unidade Operacional da PRF em Terenos/MS, localizada na BR-262, km 385.
O principal objetivo foi chamar a atenção para a importância da destinação de recursos oriundos de apreensões do crime organizados, como veículos, dinheiro e bens para o fortalecimento das força de segurança pública.
A ação foi realizada com coordenação nacional, com atos em todo o país.
Atualmente, o projeto de lei que prevê a criação do Funcoc está parado no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
O sindicato afirma que a proposta é fundamental para fortalecer a categoria, especialmente em Mato Grosso do Sul, estado com extensa faixa de fronteira e forte atuação no combate ao tráfico e outros crimes transnacionais.













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