Na primeira vez, suspeito não foi preso porque alegou não saber da declaração do dinheiro.
O suspeito preso pela Polícia Federal com dinheiro na cueca ao tentar cruzar a fronteira com a Bolívia por Corumbá, município distante 415 quilômetros da capital de Mato Grosso do Sul, foi flagrado pela segunda vez em 15 dias. Ele estava com a irmã e juntos carregavam R$ 78 mil.
Na primeira vez, ele não foi preso porque alegou não saber da obrigação da declaração do dinheiro que seria usado para compra de um veículo no país vizinho.
Dessa vez, o homem que não teve a identidade revelada e a irmã Fabiane de Souza Ribeiro trabalhou durante 8 anos como secretária da senadora por Tocantins e ex-ministra da agricultura, Kátia Abreu (PMDB), não escaparam da fiscalização do posto da Refeita Federal na noite de segunda-feira (24).
Segundo a Polícia Federal, o caso foi encaminhado para a Vara Especializada em Crimes de Lavagem de Dinheiro e contra o Sistema Financeiro Nacional, do juiz Odilon de Oliveira. A audiência de custódia dos irmãos deve ser realizada na quarta-feira (26).
Flagrante
Fabiane estava com carteira de identificação de funcionária do Senado Federal. Ela contou que o dinheiro era para pagar despesas do irmão, que moram na Bolívia. O dinheiro estava em compartimentos do carro onde os irmãos estavam e parte do valor estava na cueca do homem.
A polícia também encontrou vários recibos de saques bancários com valores entre R$ 90 mil e R$ 100 mil. Os irmãos estão presos na Delegacia da PF em Corumbá e devem responder pelo crime de evasão de divisas pela não declaração do dinheiro que saiu do Brasil.













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