PM dos dois estados reconheceram a dedicação e compromisso de Marcelo Pimenta

Polícia Militar de SP e MG lamentan morte de soldado em confronto em Corumbá

A PMESP (Polícia Militar do Estado de São Paulo e a de Minas Gerais lamentaram a morte do soldado da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) Marcelo Pimenta da Silva, de 32 anos. Ele morreu com um tiro de fuzil durante uma ação policial em Corumbá, a 429 quilômetros de Campo Grande, na última terça-feira (30).

 
 

Policial da Getam (Grupamento Especializado Tático em Apoio Motociclístico) do 6º BPM (Batalhão da Polícia Militar), Marcelo morreu enquanto pilotava a motocicleta de serviço e tentava abordar criminosos na cidade.

A morte do militar gerou comoção em todo o Estado e diversas forças de segurança do país, entre elas, a PMESP e a PMMG. “Neste momento de dor, a PMESP se solidariza com os familiares, amigos e irmãos de farda, reconhecendo a DEDICAÇÃO e o COMPROMISSO do policial militar com a missão de PROTEGER a sociedade”, diz a nota da PMESP.


 

A PMMG também emitiu uma nota de pesar, destacando a coragem, dedicação e o compromisso de Marcelo com a proteção da sociedade.

“Sua coragem, dedicação e compromisso com a proteção da sociedade jamais serão esquecidos. Seu exemplo de bravura permanecerá vivo na memória de todos que honram a missão de servir e proteger”, descreve a nota.

 
 

Por fim, a PMMG desejou força e conforto aos familiares, amigos e irmãos de farda da PMMS para enfrentar a “irreparável perda”.

A PMMS, Polícia Civil e Guarda Civil Municipal de Corumbá lamentaram a partida do soldado. Nas redes sociais, a PMMS lembrou do legado e da trajetória de Marcelo, que deixa uma filha de 7 anos. Ele está sendo velado desde quarta-feira (1º) e será sepultado no fim da manhã desta quinta (2), em Coruimbá.

Prisão de criminosos
Um criminoso, identificado apenas como Everton, morreu após tentar agredir um policial. Na tarde de quarta-feira (1º), durante uma coletiva de imprensa, o comandante do 6º BPM de Corumbá, tenente-coronel Samuel, reforçou que tudo leva a crer que quem realizou o disparo de fuzil foi o passageiro que estaria no banco de trás.