Os suspeitos ficaram em silêncio durante o depoimento na delegacia.
Suspeitos de envolvimento no assassinato de Erick Luciano Santos Lopes, 22 anos, tiveram a liberdade provisória concedida pelo juiz Francisco Vieira de Andrade Neto, nesta sexta-feira, dia 03 de novembro. No entanto, Nivaldo Benjamim de Souza, 55 anos, e o filho Gabriel Valdonado de Souza, 25 anos, terão que usar tornozeleira eletrônica por ao menos 120 dias. Já Rafael Valdonado de Souza, 27 anos, que seria o autor dos disparos, segue foragido.
O crime aconteceu na noite da última quarta-feira, dia 1° de novembro. Erick, conhecido como “Mega”, foi executado com dois tiros de pistola 9 milímetros na porta de casa no cruzamento das ruas Acrópole e São Crispim, no Bairro Danúbio Azul, em Campo Grande. Nivaldo e Gabriel foram presos em uma unidade de saúde logo após o assassinato.
Segundo o site Campo Grande News, os suspeitos ficaram em silêncio durante o depoimento na delegacia. Hoje,eles passaram por audiência de custódia e tiveram a liberdade provisória concedida pelo juiz, no entanto, devem usar tornozeleira eletrônica e cumprir o recolhimento domiciliar noturno, inclusive nos finais de semana.
Além disso, o magistrado ordenou que eles não se aproximem ou mantenham contato com as testemunhas do crime e compareçam em juízo todos os meses para comprovar endereço e trabalho. Durante a custódia, Gabriel afirmou que após ser agredido foi para uma unidade de saúde junto com seu pai para receber atendimento médico e por isso não estava presente na hora do crime.
Na decisão, o juiz destacou que não há dúvidas de que o autor dos disparos foi Rafael, que segue foragido. “Desse modo, reputo imprescindível analisar a dinâmica dos fatos e individualizar a autoria dos agentes no decorrer do processo, já que há sérias dúvidas sobre a participação dos custodiados [Nivaldo e Gabriel]”, pontuou Francisco.













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