O Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária de MS repudia as declarações realizadas na última sexta-feira, durante evento ocorrido no Palácio do Planalto, do secretário de Finanças da Contag -  Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura, Aristides Santos, na presença da presidente da República, Dilma Rousseff.

 Declaradamente como instrumento de ameaça, Santos afirmou diante de centenas de pessoas que, em resposta aos últimos acontecimentos políticos que envolvem a presidente da República, ocorrerão invasões programadas de casas e fazendas. A manifestação se traduz em inaceitável incitação ao crime porquanto deliberadamente trata de invasão de propriedades particulares, levando insegurança à sociedade rural e urbana e prejudicando de forma direta e indireta o trabalho e a vida de milhares de pessoas em todo o País.

Em nome da segurança jurídica e do Estado Democrático de Direito, o Sistema Famasul, entidade que representa os produtores rurais de Mato Grosso do Sul, repudia com veemência toda forma de violência contra os produtores rurais, assim como todo e qualquer ato que atente contra os direitos dos cidadãos brasileiros.  Acreditamos nas ações da Justiça no enfrentamento ao crime de invasão, respeitando o direito de propriedade privada, estabelecido pela Constituição Federal.

 Sobre o Sistema Famasul – O Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) é um conjunto de entidades que dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. É formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e pelos sindicatos rurais do Estado.

 

O Sistema Famasul é uma das 27 entidades sindicais que integram a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Como representante do homem do campo, põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização do homem do campo. O produtor rural sustenta a cadeia do agronegócio, respondendo diretamente por 17% do PIB sul-mato-grossense.