Falta de medicamento obriga idosos e outros pacientes a buscarem alternativas caras e nem sempre disponíveis
Uma idosa já aposentada de 69 anos, conta que precisa de dois tipos de insulina, usados três vezes ao dia, para manter a doença sob controle. Segundo ela, a busca pelo medicamento tem sido um desafio constante.
“Minha filha foi na clínica da família e eu fui ao UBS do Nova Bahia. Também tentamos no UBS Oscar Salazar, e em todas disseram que não havia insulina e não sabiam quando chegaria”, relatou a idosa.
A situação se agravou quando ela tentou recorrer à rede privada. Mesmo em diversas farmácias, o medicamento estava em falta. “Eles querem que a gente morra. Eu dependo desse medicamento e só tenho uma dose. O que vou fazer? Sentar e esperar a morte?”, questionou.
Após muita procura, a família conseguiu adquirir a insulina em uma farmácia privada, mas a aposentada alerta que nem todos têm condições de arcar com os custos. “Graças a Deus consegui comprar, mas me preocupa que não haja disponibilidade. Esses problemas afetam nosso emocional, fazem a diabetes subir, e a situação se torna uma bola de neve”, finalizou.
Procurada, a prefeitura ainda não informou quando a situação será normalizada e quais alternativas estão sendo oferecidas para os pacientes que dependem da insulina para sobreviver.











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