Dados do Novo Caged indicam que o Estado registrou 36.395 contratações para trabalhos formais e 33.372 desligamentos no último mês

Mato Grosso do Sul fechou julho com a criação de 3.023 vagas de trabalho formal em um mês. No total, o Estado registrou 36.395 contratações para empregos com carteira assinada e 33.372 desligamentos em julho, segundo dados do Novo Caged.
Em 2025, o saldo positivo total é de 16.689 empregos gerados. Ao todo, foram 417.009 admissões e 400.320 demissões nos últimos 12 meses, ainda conforme o Caged. Além disso, o estoque de empregos formais em julho atingiu 697.024 postos de trabalho e a taxa de rotatividade anual é de 32% em MS.
Todas as atividades econômicas obtiveram bons resultados no mês passado. No entanto, o destaque foi para os seguintes setores: Construção Civil (1.191), Comércio (675) e Serviços (603). Depois, Indústria (368) e Agropecuária (186) também tiveram mais contratações que demissões em julho.
Evolução mensal
Em comparação com o mês de junho, houve um aumento de 6,9% nas admissões em empregos formais em Mato Grosso do Sul. Já em relação a julho de 2024, a evolução foi de 4,1%. Houve 6,51% desligamentos a mais em julho de 2025 que no mês anterior e 1,56% a menos que no mesmo período do ano passado.
Observando a movimentação por setor, Serviços segue liderando as contratações, apesar de ter o terceiro maior saldo total. O destaque é para as vagas criadas na Construção Civil, que saltaram de 717 em junho para 1.191 no mês de julho. Já agropecuária tinha 450 vagas criadas no mês anterior e apenas 186 neste mês.
A Capital liderou a criação de vagas de emprego em julho, com 583 novos postos. Depois, a lista segue com Inocência (376), Chapadão do Sul (343), Nova Alvorada do Sul (221) e São Gabriel do Oeste (218). Por outro lado, Dourados (-154), Água Clara (-104), Caarapó (-95), Três Lagoas (-92) e Rio Brilhante (-81) registraram saldo negativo na geração de empregos em julho.
Novo Caged
O Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) é a principal fonte de dados sobre o mercado de trabalho formal no Brasil. Ele substituiu o antigo Caged e agora integra informações do eSocial, do Sped (Sistema Público de Escrituração Digital) e outras fontes.
Com a nova metodologia, o Novo Caged consegue captar um universo mais amplo de informações sobre contratações e demissões, tornando os dados mais detalhados e precisos. Ele é fundamental para que o governo, economistas e a sociedade possam analisar e entender as tendências do emprego no país.
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