Agnaldo foi condenado por lesão corporal na direção de veículo e absolvido da acusação de dirigir embriagado.

Motorista que causou acidente com duas vítimas vai cumprir pena em regime aberto
Carro conduzido por Agnaldo ficou com parte da frente destruída. / Foto: Reprodução

Acusado de causar acidente com duas vítimas graves, Agnaldo Gomes da Silva, 49 anos, sentou no banco dos réus da 1ª Vara do Tribunal do Júri nesta terça-feira (16) e acabou sendo condenado a três anos, dez meses e vinte dias de prisão, em regime aberto, por lesão corporal culposa na direção de veículo. Além de receber advertência por portar drogas.

O acidente aconteceu no dia 30 de novembro de 2019. Na ocasião, Agnaldo dirigia um veículo Gol pela Rua Jamil Basmage, Bairro Mata do Jacinto, em Campo Grande, quando invadiu a pista contrária e atingiu uma motocicleta Honda Bros, onde estavam as duas vítimas, homem de 52 anos e mulher de 43.

Os ocupantes da motocicleta foram socorridos pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para a Santa Casa, ambos em estado grave e o motorista acabou sendo preso em flagrante pela Polícia Militar. Ele estava bêbado e uma porção de maconha foi encontrada dentro de seu veículo.

Agnaldo acabou passando por audiência de custódia no dia 2 de dezembro daquele ano e teve a liberdade provisória concedida pela juíza Liliana De Oliveira Monteiro. Na ocasião, a determinação era para que ele fizesse tratamento contra alcoolismo, assim como comparecer mensalmente em juízo, não frequentar bares ou sair da cidade e ainda fazer o recolhimento domiciliar noturno e nos dias de folga.

Ele confessou o crime e foi denunciado pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), em março de 2020, mas respondia em liberdade. O acusado sentou no banco dos réus nesta terça-feira, onde acabou condenado pela lesão corporal culposa na direção de veículo e a uma advertência por portar drogas.

Das acusações de dirigir embriagado e sem CNH (Carteira Nacional de Habilitação), Agnaldo foi absolvido e deve cumprir as penas em regime inicial aberto. A sentença é assinada pelo juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida.