Flagrante ocorreu na noite de quinta-feira (15); suspeito tentou descartar cocaína ao notar aproximação da Polícia Militar em local conhecido como ponto de consumo.
Um homem de 37 anos, identificado pelas iniciais D. M. da S., foi preso em flagrante pela Polícia Militar na noite da quinta-feira (15), sob acusação de tráfico de drogas. A prisão ocorreu por volta das 23h32, na Rua Aurora, na Vila Juquita, região mapeada pelas forças de segurança pela alta incidência de venda e consumo de entorpecentes.
Comportamento Suspeito e Abordagem
A guarnição realizava patrulhamento ostensivo e preventivo quando avistou um veículo estacionado em frente a um ferro-velho. O condutor, que estava do lado de fora do carro, demonstrou nervosismo acentuado ao perceber a viatura e tentou esconder o rosto. De forma dissimulada, o homem deixou cair um objeto no chão ao notar que seria abordado.
Durante a busca no local, os policiais recuperaram dois pinos de cocaína que haviam sido descartados pelo suspeito. Em seguida, a equipe realizou uma vistoria no interior do veículo, onde encontrou outros três pinos da mesma substância em um compartimento próximo ao volante, de fácil acesso ao motorista.
Prisão e Encaminhamento
Devido à forma como a droga estava acondicionada, à localização estratégica do flagrante e à presença de usuários de drogas nas imediações, a polícia caracterizou a conduta como tráfico de drogas. O homem recebeu voz de prisão e, para garantir a segurança da equipe e evitar tentativas de fuga, foi necessário o uso de algemas e o apoio de uma segunda viatura para o transporte.
O autor foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Maracaju, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências legais.
Colaboração da Comunidade
A Polícia Militar destacou que ações como esta são fortalecidas pelo apoio da população. A corporação reforça que denúncias sobre pontos de venda de drogas, presença de foragidos ou armas ilegais podem ser feitas de forma totalmente anônima através do Disque Denúncia (181). O serviço é gratuito e garante o sigilo absoluto do denunciante.











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