Vítima de 70 anos caiu em atualização enganosa e teve empréstimo e pagamentos feitos sem autorização.
Idosa de 70 anos, moradora de Campo Grande, perdeu R$ 31,2 mil após ser enganada por uma pessoa que se passou por representante de um plano de saúde voltado a servidores públicos. O caso foi registrado nesta quarta-feira (7).
Uma idosa de 70 anos, moradora de Campo Grande, perdeu R$ 31,2 mil em um golpe aplicado por uma pessoa que se passou por representante de plano de saúde para servidores públicos. O caso foi registrado nesta quarta-feira (7). Após mensagem por SMS e chamada de vídeo pelo WhatsApp, ela instalou um aplicativo e informou o CPF. Depois, constatou um empréstimo de R$ 9,2 mil e 10 pagamentos de impostos, que somam R$ 22 mil, além de 10 transferências.
Segundo o relato, a vítima recebeu uma mensagem por SMS informando sobre uma suposta mudança na forma de solicitação de exames. No mesmo dia, recebeu uma chamada de vídeo pelo WhatsApp de uma pessoa que disse trabalhar para o plano de saúde.
Durante a conversa, a idosa foi orientada a instalar um aplicativo com o nome da empresa. Após a instalação, informou o CPF e recebeu instruções para fazer uma atualização no sistema e alterar a forma de pagamento dos boletos.
Em seguida, acessou o Banco do Brasil seguindo as orientações recebidas. A vítima afirma que não informou suas senhas bancárias a terceiros.
Depois, percebeu movimentações que não reconhecia e procurou a gerente do banco. No extrato, foram identificadas 10 transferências, além da contratação de um empréstimo de R$ 9.213,41, que a idosa afirma não ter feito.
Também foram encontrados 10 pagamentos de guias de impostos, incluindo débitos relacionados à Sefaz e ao IPVA dos estados do Ceará e de Pernambuco. Esses pagamentos somaram R$ 22.082,32.
Somente o empréstimo e os pagamentos de impostos representam R$ 31.295,73. O valor das 10 transferências não foi informado no relato.
A vítima disse ainda que não recebeu mensagens por SMS ou e-mail confirmando o empréstimo, nem as transferências. Por orientação da gerente, restaurou o celular para as configurações de fábrica, apagando informações que poderiam ajudar a identificar como as movimentações foram realizadas.
O caso foi registrado como estelionato na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro.













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