O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 39,80% a pesquisa para presidente da República em Mato Grosso do Sul, segundo levantamento do IPR (Instituto Pesquisa Resultado).

Flávio lidera com 39,8% e Lula tem 25,51% em MS, aponta pesquisa IPR
/ Foto: Filho de Bolsonaro lidera disputa em MS, 39,80% a 25,51% de Lula (Foto: Arquivo)

O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 39,80% a pesquisa para presidente da República em Mato Grosso do Sul, segundo levantamento do IPR (Instituto Pesquisa Resultado). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fica com 25,51%. A pesquisa reforça a polarização no Estado e os demais candidatos não atingem dois dígitos.

O curioso é que na espontânea, quando o eleitor não é confrontado com os nomes, o cenário é mais equilibrado. O petista lidera a rejeição, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é rejeitado, mas não no mesmo percentual registrado em nível nacional.

A pesquisa foi realizada com 784 eleitores em 17 cidades entre os dias 5 e 9 deste mês. A margem de erro é de 3,5% para mais ou menos. O levantamento foi encomendado pelo jornal Correio do Estado.

 
Na estimulada, a vantagem de Flávio sobre Lula é de 14 pontos percentuais e reflete o atual momento de queda na popularidade de Lula. O IPR não fez simulações com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), mas incluiu o do Paraná, Ratinho Júnior e de Goiás, Ronaldo Caiado, no mesmo questionário.

Confira os números:

Flávio Bolsonaro (PL): 39,80%

Lula (PT): 25,51%

Ratinho Júnior: 9,82%

Ronaldo Caiado: 2,55%

Romeu Zema: 1,19%

Aldo Rebelo (DC): 0,51%

Brancos/nulos: 5,74%

Nenhum/Não sabe: 14,29%

Já na espontânea, o destaque é a situação de empate técnico entre Lula e Bolsonaro. A diferença cai de 14,29 para apenas 3,31 pontos percentuais.

Confira os principais números:

Flávio Bolsonaro: 17,60%
Lula: 14,29%
Jair Bolsonaro: 2,3%

Tarcísio de Freitas: 0,77%

Ratinho Júnior: 0,64%

Não sabe: 63,65%

No quesito rejeição, 48,72% dizem não votar de jeito nenhum em Lula, enquanto 27,42% não querem Flávio Bolsonaro.