A menina havia sido expulsa da casa dos pais e foi morar com o filho que não queria assumir a paternidade.
Uma mãe denunciou o próprio filho ao por engravidar uma menina de apenas 13 anos e se recusar a assumir a paternidade. A denúncia foi feita ao Conselho Tutelar, que encaminhou o caso para a Polícia Civil de Sidrolândia.
Segundo informações , a menina havia sido expulsa de casa pelos pais e estava morando na casa da denunciante. Foi nesta residência que o filho da mulher teria mantido relações sexuais com a adolescente e, posteriormente, engravidado-a.
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é considerado crime manter relação sexual com menores de 14 anos. Além disso, a legislação brasileira prevê que o pai deve assumir a responsabilidade pela criança, mesmo que a gravidez tenha ocorrido em um contexto de violência sexual.
A denúncia feita pela mãe do suposto agressor a menor, mostra a importância da denúncia de casos de abuso e violência sexual contra menores de idade. neste caso a mãe demostrou muita coragem e vontade de trazer a responsabilidade para o filho, que segundo informações não quer assumir a paternidade, as exames deverão ser feitos no decorrer da inestigação e garantir ou não a responsabulidade pela gestação e o crime de abuso sexual a menor de 14 anos.
Nesse sentido, é fundamental que as instituições responsáveis pela proteção da criança e do adolescente, como o Conselho Tutelar, estejam atentas a esses casos e tomem as medidas cabíveis para garantir a proteção dos jovens e a punição dos agressores.
Espera-se que a denúncia resulte em uma investigação efetiva e justa por parte da polícia e do sistema de justiça, visando garantir a proteção da vítima e a responsabilização do agressor.













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