Doença já matou cinco em aldeia indígena do município em 2026
A cidade de Dourados, a 225 quilômetros de Campo Grande, ultrapassou a marca de 2 mil casos prováveis de Chikungunya, conforme relatório epidemiológico desta quarta-feira (31). A doença já matou sete pessoas no Estado em 2026, cinco delas em aldeia indígena do município.
Segundo a atualização mais recente, Dourados registra 2.053 casos prováveis de chikungunya, sendo 1.074 confirmados e 979 em investigação. De um dia para outro, 39 casos foram confirmados e 38 descartados. A taxa de positividade é de 73,26%. Cerca de 70% dos casos prováveis (1.446) se concentram nas aldeias indígenas, que também têm 73% dos casos confirmados (790).
Em Mato Grosso do Sul, 14 cidades enfrentam epidemia da doença, ou seja, possuem incidência superior a 300 casos por 100 mil habitantes. O Estado registra 3.665 casos prováveis, com sete mortes, número 600% maior que em relação ao mesmo período do ano passado.
Devido à alta incidência da doença em todo o MS, as farmácias de Dourados relataram que estão com repelentes em falta em suas unidades. A população busca se proteger do mosquito Aedes aegypti, vetor transmissor da doença, além também da dengue e zika. Produtos como remédios para dor e febre, sintomas da arbovirose, também tiveram maior procura.
Apesar do surto em diversas cidades sul-mato-grossenses, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) afirma que Campo Grande vive um momento “confortável” em relação à doença. O cenário da chikungunya na Capital é considerado controlado, com apenas um caso confirmado em 2026 e outro em observação.













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