Saúde informou que, diferentemente de SP, que fez decreto, MS deve avaliar outros critérios
Nesta quarta-feira (29), Mato Grosso do Sul atingiu o coeficiente de incidência de 304,4 casos de chikungunya por 100 mil habitantes. O dado aparece no monitoramento das arboviroses, do Ministério da Saúde, e indica uma situação de alta incidência da doença.
Segundo a SES (Secretaria de Estado de Saúde), esse é um parâmetro importante para avaliar a intensidade de transmissão, especialmente em nível municipal, mas não é, de forma isolada, o único critério para caracterizar uma epidemia em nível estadual.
Portanto, diferentemente do Estado de São Paulo, que na última sexta-feira (21) atingiu o marco de 300 casos de dengue para cada 100 mil habitantes e decretou emergência sanitária, Mato Grosso do Sul não fará o mesmo, ao menos por enquanto.
“A definição de epidemia leva em consideração um conjunto de fatores, como o aumento sustentado de casos em relação à série histórica, a dispersão da doença entre os municípios, a confirmação da circulação viral e o impacto nos serviços de saúde. Conforme diretrizes do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, considera-se epidemia quando há ocorrência de casos acima do esperado para determinado período e território”, explica a secretaria, em nota.













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