A China está realizando testes de voo com um bombardeiro não tripulado com tecnologia furtiva e alcance intercontinental, que deve revolucionar as capacidades de ataque aéreo do país, escreve uma revista estadunidense.

China testa bombardeiro furtivo intercontinental de 6ª geração de longo alcance, diz mídia
/ Foto: AP Photo / Ministério da Defesa de Taiwan

A revista destaca que a ampla capacidade interna da aeronave oferece espaço tanto para uma carga útil de armas pesadas quanto para reservas consideráveis de combustível.
 
"A nova aeronave não tripulada tem o potencial de ampliar o alcance da aviação de combate chinesa, permitindo que o país proteja seus interesses estratégicos no Atlântico, no Ártico e além, compensando a falta de bases no exterior", ressalta a publicação.
 
Segundo a matéria, a China está prestes a colocar em operação seus primeiros caças de sexta geração, com uma década de vantagem sobre rivais ocidentais, o que demonstra sua inovação constante.

O caça tem a capacidade de camuflagem comparável à dos bombardeiros de última geração, além de autonomia suficiente para escoltá-los pelo Pacífico, observa o texto.

Avanços em sua própria tecnologia de motores impulsionaram tanto o programa de bombardeiros quanto o de caças, eliminando qualquer dependência anterior e dando à China uma vantagem incontestável.

Enquanto os Estados Unidos não têm nenhum bombardeiro furtivo de grande porte em desenvolvimento comparável ao seu B-21, o projeto da China se destaca como uma potência de ataque global autossuficiente, conclui a reportagem.

Anteriormente, a mesma revista escreveu que os militares chineses sinalizaram um potencial papel operacional para suas forças de foguetes de longo alcance ao apresentarem a munição de explosão aérea recém-demonstrada Chuva de Aço, disparada de sistemas de lançamento múltiplo de foguetes PCL-191.