Ele foi atingido na perna e socorrido pelo Corpo de Bombeiros para Santa Casa.
O homem, baleado pela Polícia Militar durante a noite deste domingo (29), estava envolvido em uma briga familiar generalizada. A confusão começou em uma conveniência no bairro Estrela Dalva, em Campo Grande.
De acordo com o boletim de ocorrência, a confusão começou por volta das 18h28, após desentendimentos entre irmãos motivados por questões pessoais e comerciais. Durante a briga, diversas pessoas acabaram envolvidas, com relatos de agressões físicas, ameaças e tumulto no local.
A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar nas proximidades, encontrou um grande número de pessoas aglomeradas. Testemunhas informaram que um homem de 41 anos estaria armado com uma faca e investindo contra os presentes.
Ainda conforme o registro, o suspeito não obedeceu às ordens policiais e avançou em direção à equipe, mantendo uma das mãos na cintura. Em determinado momento, ele teria sacado a faca, quando um dos policiais efetuou um disparo, atingindo a perna direita do homem, com o objetivo de conter a ação.
Após ser baleado, ele foi imobilizado e socorrido consciente pelo Corpo de Bombeiros, sendo encaminhado à Santa Casa, onde permaneceu sob custódia policial.
Durante a ocorrência, familiares relataram que o homem apresentava comportamento agressivo e seria usuário frequente de drogas. A faca utilizada por ele não foi localizada, possivelmente retirada do local por terceiros em meio à aglomeração.
A briga também envolveu outras pessoas da família. Uma mulher de 39 anos relatou ter sido agredida com socos, chutes e puxões de cabelo pela cunhada, uma jovem de 28 anos, que estaria grávida. Outra vítima afirmou ter sido perseguida e ameaçada com uma garrafa de cerveja.
As vítimas apresentavam lesões aparentes, como inchaço e dores pelo corpo, e manifestaram interesse em representar criminalmente contra os envolvidos.
Equipes da Força Tática, perícia e outras viaturas deram apoio na ocorrência, que também teve imagens de câmeras de segurança recolhidas para investigação.
A arma de fogo utilizada pelo policial foi apresentada à perícia, e a conduta do militar será apurada pela Corregedoria da Polícia Militar.
Diante da situação, o caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol como lesão corporal dolosa, ameaça, vias de fato e tentativa de homicídio.













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