As máscaras são para idosos e todas pessoas que estão no grupo de risco para COVID-19.
Voluntários da Associação de Moradores do bairro Cristo Rei, em Anastácio, estão confeccionando máscaras de proteção respiratória para as pessoas do grupo de risco para contaminação por coronavírus. O ritmo está acelerado e segue orientações de um profissional da saúde.
Conforme explicou Joelma Marques, 45 anos, presidente da Associação, a previsão é a fabricação de mil máscaras, que são feitas no tecido TNT doado por colaboradores do projeto.
“A ideia é a prevenção, principalmente o resguardo dos idosos e pessoas com a saúde mais vulnerável, como doentes crônicos, cadeirantes e acamados”, destaca Joelma. A maioria dos materiais de proteção já estão em falta no SUS (Sistema Único de Saúde), até mesmo para os profissionais.
Segundo a moradora, os trabalhos na Associação existem já tem cinco anos e tudo depende de doações. Para as pessoas que desejam ajudar com a iniciativa, doando materiais, podem ligar no (67) 992822137 para combinar a forma mais segura de fazer as estregas.
Quem deve usar a máscara?
Com o avanço e aumento do número de mortes no Brasil por causa do novo coronavírus (Sars-Cov-2), algumas atitudes se tornaram populares para se proteger. No Mato Grosso do Sul, de acordo com o último boletim epidemiológico, são 21 casos confirmados de contaminação pelo vírus. Mortes estão sendo registradas em São Paulo e Rio de Janeiro.
Segundo o infectologista Luis Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein para o portal Exame, a necessidade da máscara é para profissionais de saúde, pessoas com quadro confirmado ou suspeito de Covid-19, também pessoas que possam estar próximas de alguém infectado.
É importante lembrar que estamos em uma época do ano que é muito comum estar com gripe sazonal, que traz aqueles sintomas chatos e que, em meio a uma pandemia, pode gerar pânico em quem está próximo e cabe o uso da máscara. Quem está em situação de vulnerabilidade imunológica, como pacientes de câncer, costumam usar a proteção também.
As armas mais poderosas nessa luta são: boa higienização das mãos, a etiqueta ao tossir e espirrar, manter distância de segurança e trocar a roupa que chegou da rua para ficar em casa, além do isolamento social.













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