Jogou corpo na piscina para simular suicídio.

Acusado de matar ex e jogar corpo na piscina teria ‘surtado’ após mulher começar faculdade

“Não perdoo ele, quem tem de perdoar é Deus”. Com esta frase é que a mãe de Luciene de Freitas Souza, assassinada em fevereiro de 2017 pelo ex-marido, disse sobre o sentimento que sente pelo crime cometido contra sua filha.

Thalita Feitosa Freitas, de 69 anos, contou ao Jornal Midiamax, que o ex-genro, Vagner Lopes, não aceitava o fim do relacionamento do casal, e que quando a filha começou a fazer faculdade de direito a situação piorou, com as perseguições de Vagner a Luciene.

Segundo a aposentada, no dia antes do crime a filha havia comentado que iria procurar um advogado para formalizar a separação do casal. “Ela não teve tempo”, disse a aposentada.

A idosa ainda falou que Vagner teria tentado invadir a casa da filha outras vezes. “Ele deixou minha neta sem mãe. Espero que a Justiça seja feita”, finalizou.

Luciene de Freitas Souza, de 43 anos, foi encontrada morta boiando na piscina de sua casa, no Bairro Marcos Roberto, em Campo Grande, na manhã do dia 13 de fevereiro de 2017.

A filha adolescente, de aproximadamente 14 anos, encontrou o corpo da mãe boiando na piscina da residência. De acordo com informações, a mulher teria dito à filha que iria a um shopping da cidade, na noite de domingo, do dia 12, saindo da residência por volta das 20 horas. A menina não viu o horário em que a mãe retornou.

Ao acordar na manhã do dia 13, e procurar pela mãe acabou encontrando o corpo da vítima boiando na piscina da residência, que tem aproximadamente 1 metro e meio. O Corpo de Bombeiros foi acionado e não encontrou sinais de violência no corpo da vítima.