O contrato de soja para março fechou com recuo de 0,09%.
O mercado internacional da soja encerrou a sessão com oscilações moderadas, em um ambiente de ajustes técnicos e repercussão de dados de esmagamento nos Estados Unidos. Segundo informações da TF Agroeconômica, os contratos negociados na Bolsa de Chicago apresentaram desempenho misto, com pequenas variações entre os principais vencimentos e nos derivados do grão.
O contrato de soja para março fechou com recuo de 0,09%, equivalente a 1,00 centavo de dólar por bushel, cotado a 1.134,00 cents. O vencimento maio também registrou leve baixa de 0,07%, ou 0,25 centavo, encerrando a 1.148,75 cents por bushel. Entre os subprodutos, o farelo de soja para março caiu 1,10%, com perda de 3,4 dólares por tonelada curta, a 305,8 dólares. Já o óleo de soja para março avançou 0,37%, alta de 0,21 centavo por libra-peso, negociado a 57,3, limitando perdas mais amplas no complexo.
No comércio exterior brasileiro, o desempenho anual do complexo soja mostrou estabilidade em valor e avanço em volume. De janeiro a dezembro, as exportações somaram 43,5 bilhões de dólares em 2025, alta de 1% em relação aos 42,9 bilhões registrados em 2024. Em termos de volume, os embarques de soja em grão atingiram 108,1 milhões de toneladas, crescimento de 9% frente às 98,8 milhões do ano anterior.
Apesar do aumento nos embarques, o preço médio anual recuou 7%, passando de 435 dólares por tonelada em 2024 para 402 dólares em 2025, indicando maior oferta e pressão sobre as cotações ao longo do período. Os dados são do Ministério da Economia, via ComexStat, com elaboração da ABIOVE.