E se colocaram ao lado de entidades representativas do sistema financeiro nacional que também reafirmaram “total confiança” na atuação técnica do Banco Central.
A União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs) e a frente parlamentar do setor manifestaram preocupação com iniciativas que “representem ou sinalizem intervenção externa nas atribuições legais, técnicas e regulatórias do Banco Central do Brasil, especialmente no âmbito de processos de supervisão e resolução do sistema financeiro”. E se colocaram ao lado de entidades representativas do sistema financeiro nacional que também reafirmaram “total confiança” na atuação técnica do Banco Central.
A reação está relacionada à decisão do TCU de inspecionar o BC para apurar se houve omissão no caso Master e as condições da liquidação do banco.
O manifesto destaca que processos de liquidação extrajudicial, por sua própria natureza, envolvem medidas complexas, muitas vezes de difícil reversão, justamente para preservar o valor dos ativos, proteger o sistema financeiro e evitar efeitos adversos em cadeia.
“A fragilização dessas decisões técnicas pode estabelecer precedente institucional preocupante, com impactos diretos sobre o crédito, o investimento, o emprego e a atividade econômica”, afirma o bloco que representa Abras (supermercados), Abad (atacadistas), Abrasel (bares e restaurantes) entre outras grandes associações empresariais.