Os servidores do HU-UFGD (Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados) deram início às 7h desta segunda-feira, dia 30, a uma greve por tempo indeterminado.
Os servidores do HU-UFGD (Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados) deram início às 7h desta segunda-feira, dia 30, a uma greve por tempo indeterminado.
As reivindicações seguem pauta de negociação pelo Sindserh-MS (Sindicato dos Trabalhadores de Empresas Públicas de Serviços Hospitalares em Mato Grosso do Sul), junto com a CNTS (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde).
Os grevistas pedem reajuste salarial pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), reposição das perdas de 25%, piso de grau superior a R$ 8.352, piso de nível médio / técnico de R$ 4.315, cesta básica e auxílio alimentação, além de melhorias nas cláusulas sociais.
O quantitativo de servidores que permanecem em atividade, teria levado em consideração a Situação de Emergência em Saúde Pública em razão da epidemia de Chikungunya na região da Grande Dourados.
A unidade é considerada referência para atendimento, em especial de crianças indígenas.
Nos setores considerados críticos deve ser mantida 70% da força de trabalho, são esses as UTI´s (Unidades de Terapia Intensiva), Pago (Pronto Atendimento de Obstetrícia), PAP (Pronto Atendimento Pediátrico), CO (Centro de Obstetrícia) e CPN (Centro de Parto Normal).
Para os demais é recomendado pelo Sindserh-MS que permaneça 50% do efetivo, com exceção do administrativo que pode chegar a parar 100%.
Em Campo Grande, servidores do Humap-UFMS (Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) também aderiram à greve.