“O Brasil precisa proteger suas famílias, suas cidades e seu futuro. Segurança não é opção, é dever do Estado”, concluiu.
A pré-candidata ao Senado por Mato Grosso do Sul, Gianni Nogueira, afirmou que o enfrentamento ao crime organizado deve ser uma das prioridades centrais do Brasil nos próximos anos. Segundo ela, o avanço das facções criminosas exige uma resposta firme do Estado, com políticas de segurança pública mais rigorosas e atuação coordenada entre as instituições.
Gianni defende uma política de “tolerância zero” contra o crime organizado, com foco no combate ao tráfico de drogas, na desarticulação financeira das organizações criminosas e no fortalecimento das forças de segurança.
Para a pré-candidata, o crescimento das facções tem impacto direto na vida da população, afetando a segurança das famílias, o funcionamento do comércio e a estabilidade das comunidades.
“O crime organizado não ameaça apenas o Estado. Ele invade bairros, intimida trabalhadores, destrói famílias e compromete o futuro de milhares de jovens. É preciso agir com firmeza e responsabilidade”, afirmou.
Ela também destacou que o combate à criminalidade deve ser acompanhado de políticas de prevenção e recuperação social, mas sem abrir espaço para a impunidade.
“Acolher quem precisa de ajuda é fundamental. Mas enfrentar quem financia e sustenta a estrutura do crime é uma obrigação do poder público”, declarou.
Gianni Nogueira defende ainda o fortalecimento das leis penais, maior integração entre forças policiais e investimentos em inteligência e tecnologia para combater organizações criminosas em nível nacional.
Segundo ela, garantir segurança pública efetiva é condição essencial para o desenvolvimento econômico e social do país.
“O Brasil precisa proteger suas famílias, suas cidades e seu futuro. Segurança não é opção, é dever do Estado”, concluiu.