Médico foi preso pelo BPMTrân com sinais de embriaguez
O médico anestesiologista de 61 anos, preso por embriaguez após atropelar duas mulheres no Jardim Tijuca, em Campo Grande, estava com a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) vencida. Ele foi preso na noite de domingo (7) pelo BPMTrân (Batalhão da Polícia Militar de Trânsito).
De acordo com o boletim de ocorrência, o médico apresentava sinais de embriaguez no local do acidente e afirmou ter ingerido bebida alcoólica no período da tarde. No entanto, ele recusou-se a fazer o teste de bafômetro.
Na ocasião, os policiais constataram que o anestesiologista possui CNH, mas a validade havia sido expirada em 17 de dezembro do ano passado. Ele foi preso e encaminhado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Cepol (Centro de Policiamento Especializado).
Médico negou ter dirigido caminhonete sob efeito de álcool
Apesar de ter afirmado o uso de bebida alcoólica no local do acidente, o médico mudou sua versão durante o interrogatório na delegacia e negou ter conduzido a caminhonete sob efeito de álcool.
À polícia, o anestesiologista alegou que não percebeu a aproximação da motocicleta, pois ela estava com pouca iluminação nos faróis. Ao parar na sinalização, ele disse ter observado que uma motocicleta passou e seguiu o percurso com cautela.
Questionado sobre o motivo da recusa em fazer o teste de bafômetro, o médico alegou ter ficado preocupado em atender primeiramente as mulheres e acionar o socorro.
Ao fim de seu interrogatório, o médico disse que havia pessoas nervosas no local do acidente. Ele também negou que ingere bebidas alcoólicas.
Acidente
A equipe do BPMTrân foi acionada no início da noite para a Avenida Conde de Boa Vista, no cruzamento com a Rua Culuene. Lá, foi constatada uma colisão entre uma caminhonete Hilux e uma motocicleta.