Disparos também atingiram o filho da vítima, que deu entrada na Santa Casa.
O vizinho preso após matar Aristóteles Onassis Tufaile, de 47 anos, e balear o filho dele, de 23, confessou os disparos e alegou ter agido para se defender, conforme boletim de ocorrência. Manoel Paulo Cardoso, de 65 anos, afirmou à Polícia Militar que foi ofendido e atingido por pedras e pedaços de madeira arremessados pelas vítimas antes do crime, ocorrido na noite de terça-feira (20), no Jardim Batistão, em Campo Grande.
Manoel Paulo Cardoso, de 65 anos, foi preso após matar o vizinho Aristóteles Onassis Tufaile, de 47, e balear o filho dele, de 23, na noite de terça-feira (20), no Jardim Batistão, em Campo Grande. Ele confessou os disparos e alegou legítima defesa, dizendo ter sido atingido por pedras e pedaços de madeira. Os desentendimentos envolviam reformas nos imóveis. O suspeito fugiu de carro, sofreu acidente e foi capturado. Um revólver calibre .38 sem registro foi apreendido.
Segundo o registro policial, a equipe foi acionada para atender à ocorrência de disparos de arma de fogo na Rua Pará. No local, os policiais constataram a morte de Aristóteles, atingido na cabeça. O filho dele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado à Santa Casa.