Nesta segunda-feira, 24, Luiza Cunha, uma das filhas do empresário Clezão, reiterou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o pedido para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra preso em regime domiciliar em Brasília.
Detido pelo 8 de janeiro, Clezão faleceu na Papuda, devido a um mal súbito.
No documento, Luiza afirma que pretende realizar um único encontro, de caráter “humanitário e consolatório”, como parte do processo de luto pela morte do pai.
Filha de Clezão menciona processo de luto
Conforme Luiza, o falecimento do pai deixou “marcas profundas” e deu início a um processo de luto de difícil assimilação.
A defesa da jovem sustenta que a visita a Bolsonaro seria necessária para o acompanhamento terapêutico e o “fechamento de ciclo afetivo”.
O documento afirma que Clezão nutria admiração pelo ex-presidente. Por esse motivo, a filha deseja compartilhar com Bolsonaro memórias do pai e receber apoio moral.
Luiza também argumenta que não é investigada, indiciada nem ré em processos que tramitam no STF. Dessa forma, o encontro não representaria risco às investigações nem interferência em procedimentos judiciais.