Decisão sobre possível intervenção será tomada até o começo de junho pela prefeita Adriane Lopes (PP)
A comissão da prefeitura de Campo Grande que analisa processo de intervenção no Consórcio Guaicurus identificou uma série de falhas no contrato de concessão de R$ 3,4 bilhões para explorar o transporte coletivo.
Em 17 de dezembro de 2025, o juiz Eduardo Lacerda Trevisan, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, determinou abertura de processo para avaliar possível intervenção no Consórcio Guaicurus.
As empresas assumiram o serviço em outubro de 2012 e, desde então, enfrentam duras críticas pela má qualidade do serviço oferecido. Nesse intervalo de tempo, o Consórcio Guaicurus já foi alvo de diversas CPIs, que sempre ‘terminaram em pizza’. A mais recente no ano passado teve relatório encaminhado ao MPMS, onde o caso está parado.
Conforme apurado pela reportagem, o processo deve entrar na reta final. O prazo seria agora em maio, mas houve pedido de prorrogação de 30 dias. Ou seja, o documento que pode sugerir a intervenção no Consórcio Guaicurus à prefeita Adriane Lopes (PP) deve estar pronto até o começo de junho.
Os trabalhos são conduzidos pela PGM (Procuradora-Geral do Município), Cecília Saad Cruz Rizkallah.