O avanço das mudanças climáticas pode alterar não apenas a intensidade das ondas de calor, mas também a quantidade de tempo em que a população fica exposta a temperaturas extremas.
Um estudo internacional aponta que, até o fim do século, um dia considerado quente poderá registrar mais de quatro horas adicionais de calor extremo caso o mundo mantenha um cenário de emissões elevadas de gases que retêm calor.